quarta-feira, 23 de junho de 2010

III International Pet Meeting

Realizado de 21 a 23 de Junho, por iniciativa da Anfalpet em conjunto com a Fiesp. O Congresso foi gratuito e direcionado a veterinários, lojistas e envolvidos na indústria pet. As palestras foram de variados temas, mas mais especificamente sobre tendências mundiais para este mercado, as novidades e também como começar e/ou melhorar um negócio do ramo pet. Foram enfatizadas pesquisas, finanças, treinamento, marketing entre outros temas. Tive o prazer de participar e queria parabenizar os organizadores e palestrantes pela brilhante performance. Certamente saí de lá com muitas idéias e novas perspectivas.

sábado, 19 de junho de 2010

EXPO CPC




Hoje, 19 de junho foi a expo do Clube Paulistano de Cinofilia. Minha princesa Sweet Scarlet Von Kempten "Nenê", foi melhor fêmea e reserva da raça nas 3 pistas e um 4º lugar no grupo jovem. :o)


quinta-feira, 17 de junho de 2010

Publicação especializada na raça


Pra quem se interessar em saber um pouco como é a criação da raça no país de origem e em outros que seguem o padrão da FCI, a Global Shelties Magazine é uma revista eletrônica inglesa (formato PDF), com reportagens, notícias, artigos, etc. Eu mesma tive a oportunidade de participar na edição de março de 2009, página 34, falando um pouco sobre a criação de Shelties no Brasil. Para ler edições antigas e atuais, basta baixar...segue o link: http://www.globalsheltiesmagazine.org/
Aproveite!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Abaixo o preconceito!

Gostaria de entender o por quê das pessoas cismarem que é melhor uma fêmea como cão de companhia do que um macho, ou que um filhote de 4 meses "está velho" para ser vendido e que não se adaptará ao seu novo lar...isso pra citar apenas algumas das pérolas que ouço.
Gente, vamos deixar os pré-conceitos de lado e analisar os fatos de forma real.
Fêmea não é melhor que macho. Eu diria que a única vantagem efetiva é a urina ter um pouco menos de odor. Qual seu interesse ao adquirir um cão? Companhia? Pode optar tranquilamente por um macho. São mais interativos, curiosos, mais exuberantes, perdem bem menos pelagem, não têm cio (e consequentemente sangramento e mudanças de comportamento), aprendem com a mesma desenvoltura a fazer as necessidades no local certo, não desenvolvem câncer de mama e não têm útero pra ter piometra (hiper comum em cadelas mais velhas, independente de ter ou não acasalado), não demarcam território aleatoriamente (posso entrar nesse mérito depois se for necessário). Agora, se sua intenção é reprodução, aí sim concordo que se tem que optar por uma fêmea. Por nenhuma outra razão. É claro que a opção é de cada um, mas meu objetivo é expor a verdade, especialmente aos leigos, de como são os cães.
Segundo ponto: filhotes mais velhos. Desde que proveniente de um canil cuidadoso e que conheça a raça e suas peculiaridades e necessidades, pode comprar sem medo. Filhotes até 3 meses encontram-se no período da "janela de socialização" ou seja, em poucas palavras, não têm medo de quase nada e são hiper curiosos, essa é a definição de filhote que a maioria das pessoas têm quando pensam num cãozinho. Já após os 3 meses é normal e esperado que o cão seja mais ressabiado e um pouco mais lento para fazer amizade, mas isso não quer dizer absolutamente nada! Ele certamente compensará o tempo que não estava ainda com você, te amando da mesma forma e aprendendo tudo o que você lhe ensinar. Um filhote mais velho inclusive é uma boa pedida, pois você poderá ter uma melhor noção de como ele ficará quando adulto, economizará em vacinas, consultas e em tempo que terá que esperar até ele estar completamente imunizado para poder passear, fazer esporte (agility por exemplo), ir a um day-care, etc.
Abra sua mente e consequentemente seu coração, sem preconceitos.

domingo, 13 de junho de 2010

A verdade custe o que custar...será?

É engraçado como a verdade pode incomodar...
Recebo muitas ligações por dia, relacionadas a interesse em compra de filhotes, ou "consultoria" sobre a raça, seja em termos de saúde, comportamento, manejo, etc. Mas já reparei que desapontei (para assim dizer o mínimo) muita gente. Estranho esse desapontamento, por que o que desagradou foi ouvir a verdade. A verdade sobre a raça, seu temperamento, com que tipo de pessoas ela combina, como interage, o que você não vai conseguir fazer com um Sheltie, do que ele precisa, se o cão da pessoa é um bom exemplar, que tá cheio de fulano não é criador da raça e sim vendedor de cachorro, entre outras coisas. Parece que quando a pessoa liga, inconscientemente ela já imagina o que vai ouvir e não acha que vai ouvir nada além daquilo. Um outro discurso assusta e incomoda, e muitas vezes quem está do outro lado acaba encarando de forma pessoal...não é!  Não sei amenizar, faltei na aula de "política de boa vizinhança", não tenho necessidade de ser aceita e adorada por todo mundo, muito menos preciso vender correndo os (poucos) filhotes que nascem por ano aqui em casa, além de expressamente não querer que Shelties se popularizem de forma errática. Mas quando tenho certeza do que estou falando, sou direta.
Eu encaro isso muito a sério para não agir dessa forma. Não sou comerciante, sou apaixonada por essa raça. Não humanizo meus cães (e me assusto com quem faz isso), mas eles são a minha prioridade. Não iludo meus clientes ou quem me pede opinião. É uma questão de responsabilidade. Tem quem ache ótimo, tem quem fique triste, ou bravo. Não dá pra agradar todo mundo. Acho que eu faço exatamente como gostaria que fizessem comigo. Sei lá...

sábado, 5 de junho de 2010

Sheltie Black & Tan


Uma das cores descritas no padrão da raça como aceita é o Black & Tan. Esta coloração aparentemente perdeu-se desde os anos 30 especialmente na linhagem americana. Não nasce nenhum cão desta cor há décadas, mesmo sem esforço para evitar que eles apareçam. Nesta foto um Sheltie sueco que viveu há cerca de 70 anos atrás. Acho estranho manterem no padrão, por que afinal o padrão deve seguir a criação e não o contrário. Se não há mais BL&Tan no plantel mundial, não deveria continuar...