quarta-feira, 21 de abril de 2010

Filhote em casa

É bom de tempos em tempos ter um em casa. Mas não só nascendo e sendo vendido aos 50 dias. Tô falando de criar um. Educar, brincar, exercitar, limpar MUITA sujeira, não perder de vista aquele monte de vacinas e vermifugações da infância. De dar um monte de brinquedos e ossinhos e ainda assim encontrar sua havaiana roída, um pedaço do papel de parede arrancado. Acho que aqui em casa tem um "troféu" de cada bebê que passou. Meu pai ainda tem um óculos cuja haste foi estragada pelo Bryan, meu primeiro Sheltie, lá nos idos de 95. O móvel do banheiro tem marcas de dentinhos roedores, alguns dos bichinhos de pelúcia tem olhinhos arrancados. É gostoso mudar sua rotina por eles, inventar apelidos que ninguém entende, olhá-los dormindo, vê-los crescendo. Instiga seu lado maternal, recicla, alegra.
Um filhote não se importa de ser acordado às 3 da manhã e ainda assim te dar uma lambida no nariz, de fazer cocô em cima de uma peça da sua roupa, de te obrigar a sair da cama no feriado pra cuidar dele, de brincar sozinho te fazendo rir muito. Um filhote é energia pura, é diversão, é responsabilidade.
Um filhote é tudodebom.com!

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