terça-feira, 25 de agosto de 2009

COPROFAGIA

É um hábito horrível no conceito humano, mas relativamente comum entre os cães, especialmente entre os alimentados com as rações super-premium, que tem altos níveis de proteína e gordura, e acrescidos às suas fórmulas, ainda vêm aromatizantes e flavorizantes. Até o resíduo gerado ainda parece ser uma “iguaria” ao cão.
Como resolver o problema?

1) Vermifugando seu cão;
2) Regulando a quantidade de comida oferecida;
3) Treinando seu animal.

A vermifugação deve ser prescrita pelo médico veterinário de sua confiança de acordo com a necessidade de cada cão . Os intervalos devem ser respeitados, bem como as dosagens, que administradas de forma errônea podem ser tóxicas ou ineficazes.
Regular a quantidade de comida é fácil. Inicialmente siga expressamente o que recomenda a embalagem da ração de sua preferência, em relação a peso e idade de seu cão. Vá fazendo pequenos ajustes para mais ou menos de acordo com sua sensibilidade e o comportamento do animal perante a alimentação. Mas não confunda fome com gula e não ofereça seus restos de comida ao cão. Pela minha experiência, na maioria dos casos, a quantidade ideal a ser oferecida ao cão é até ligeiramente menor do que determina a embalagem, mas no geral essa quantidade é determinada por extensivos estudos veterinários, portanto, de extrema confiabilidade.
O treinamento. Existe um produto (não se trata de medicamento), que pode ser usado como coadjuvante. É o Coprovet. Não age sistemicamente, seus componentes (especialmente um derivado do pimentão) apenas alteram o cheiro e gosto das fezes, tornando-as intoleráveis para o “apetite” canino.
Siga as instruções da embalagem quanto à dosagem, e ministre por 5 dias. Mais importante: NÃO colete as fezes imediatamente após o cão liberá-las, pois ele tem que tentar comer, sentir o gosto e o odor desagradáveis e assim desistir do hábito. Caso haja outros cães no mesmo ambiente, trate todos, mesmo os que não apresentam o comportamento, pois senão o cão irá comer as fezes do outro, não tratado e o treinamento será absolutamente ineficiente.
Raros casos exigem uma segunda temporada de treinamento, mas com paciência os casos são resolvidos.

Não esqueça também de manter seu cão longe do tédio, passeando, interagindo, brincando com ele.

Boa sorte!

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